PREOCUPAÇÃO

Preocupação está no centro dos transtornos de ansiedade. Os modelos cognitivo-comportamentais enfocam nas distorções cognitivas do indivíduo acerca desses pensamentos. Pode-se notar, por exemplo, que essas pessoas tem uma tendência a prever de maneira negativa os acontecimentos futuros, desconsideram os aspectos positivos, ignoram a possibilidade de conseguirem fazer algo novo, subestimam seu potencial em lidar com frustrações, mantém padrões de extrema exigência e perfeccionismo e uma extrema necessidade da aprovação dos outros, além de baixa tolerância ao que é incerto ou ambíguo.  Numa perspectiva dicotômica, podemos sugerir que algumas pessoas acreditam que se preocupar as protege de eventos negativos, por outro lado, outras pessoas acreditam que preocupar-se demais pode trazer consequências negativas, como doenças, insanidade e, portanto, esta precisa ser controlada ou eliminada.  Muitos enxergam o ato de preocupar-se como uma forma de solucionar problemas, se preparar ou se proteger contra possíveis calamidades. De fato, a preocupação pode ajudar e motivar a fazer coisas – por exemplo, preocupar-se...

USO PRA VIVER E VIVO PRA USAR, O CELULAR

Dependência tecnológica Celular O celular pode ser considerado hoje como o novo cigarro. A todo momento saco do meu bolso e lá estou eu novamente procurando por notificações, ainda que não existam, como que um trago atrás do outro. Sinto vibrar e ouço tocar mesmo não acontecendo, tamanha minha dependência. Um instrumento hiper estimulante que me distancia cada vez mais de mim mesmo e das minhas relações. Ao menor sinal de silêncio, de tédio, de ócio, o celular é o escape. Mas escape de que? De mim. O celular me distrai, faz eu não precisar ouvir minhas vozes internas, as dos meus pensamentos e emoções. Isso me torna cada vez mais apático, menos empático. Pensamos em vício como algo muito ligado à drogas. Mas vício é tudo aquilo que me ajuda a ter um alívio temporário da ansiedade e que tem consequências negativas a longo prazo. Junto com isso uma incapacidade de frear o comportamento, mesmo...

4 ASPECTOS DE UMA BOA AUTOESTIMA

AUTOESTIMA-AUTOAMOR-AUTOCOMPAIXÃO Autoconfiança (sensação de segurança) Essa é a base da autoestima. Se nos sentimos seguros com nossa família, se nos sentimos amados e nossas necessidades são atendidas, nossa autoestima se desenvolve. Ter autoconfiança é acreditar que podemos ocupar o nosso lugar e ousar experimentar coisas novas. Por exemplo, quando aprendemos a andar, caímos nas primeiras vezes, mas com incentivo, desenvolvemos nossa confiança e tentamos novamente! Identidade (autoconceito) Este é o conceito que temos de nós mesmos . Experimentando, aprendendo e obtendo feedback das pessoas ao nosso redor, passamos a identificar nossas características, habilidades, necessidades e sentimentos. A identidade pode ser dividida em várias partes: incluindo física (a representação que cada pessoa tem do seu próprio corpo) e social (como entro em contato com outras pessoas, os grupos com os quais me relaciono, minha situação econômica, meu lugar como estudante, trabalhador, adolescente, como eu ajo com minha namorada ou namorado, que...

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